sábado, 29 de maio de 2010

regras de dor três

Também havia as poças. As poças d’água, depois da chuva, que sempre se acumulavam naquela rua, a caminho do trabalho. A água parada. Refletindo o céu de nuvens. Ele seguia as poças enquanto andava, pensando, imaginando “o céu está se movendo junto comigo, dentro da água.”

escrito em 16 de maio de 2009

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