Também havia as poças. As poças d’água, depois da chuva, que sempre se acumulavam naquela rua, a caminho do trabalho. A água parada. Refletindo o céu de nuvens. Ele seguia as poças enquanto andava, pensando, imaginando “o céu está se movendo junto comigo, dentro da água.”
escrito em 16 de maio de 2009
sábado, 29 de maio de 2010
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