quero ir para o campo, viver um amor desses de matagal
de botas e de lama, de terra e de mato, ardente e casual
quero ir para o campo e pôr nossas roupas no varal
pintá-las de vermelho e verde, de estranho e de anormal
acalorar o amor de matagal
fazê-lo feliz, dizer baixinho que tudo nele é natural
se não fosse, não seria o meu amor de quintal
impossível, amor, e casual
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
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