Essa maldita terapeuta continua me cobrando amor. Amor é o seu cu, é o seu cu, é o seu cu. Eu não amo ninguém. Não sei o que acontece com ela. Estou fora dos padrões. Sabe, oi, tem alguma coisa de angústia dentro de mim. Angústia pequena que eu não sei dizer de onde vem. Estou me repetindo uma pergunta. Sou eu quem cobra ou são os outros? Eu amo minha mãe. Mas não amo ninguém. Coisas difíceis, coisas que não me perturbam, eu estou bem, haha, estou muito bem. Não quero encontrar algo de errado, porque não tem nada errado. Eu estou feliz. Estou bem, muito bem, muito bem, mas não quero que ninguém mais me cobre amor. Não vou aceitar mais isso, a partir de hoje não vou mais aceitar isso. Percebi que o amor é muito maior do que qualquer coisa que eu já tenha sentido por qualquer cara que passou pela minha vida. Nada daquilo foi amor. O amor virá? Ainda está por vir? Não é irônico, extremamente engraçado, que o amor não tenha NADA a ver com beijos? Estou organizando meus sentimentos dentro de mim. Esse texto sou eu organizando os meus sentimentos. Minha cabeça é um armário. Ele já esteve lotado de jarras de lágrimas. Já esteve lotado de brinquedos. Já esteve lotado de preocupações. Lotado de tempo, e outras vezes sem tempo nenhum.
Não aceito mais, NÃO ACEITO MAIS que ninguém me cobre amor por um homem. Nem eu mesma. Não tolero mais isso. Vocês querem o meu bem? Você quer é que eu seja como você, que tenha um marido, que viva o grande amor que você julga ter vivido. Eu não sou, eu não vou, eu não quero. NÃO ME COBRE MAIS AMOR.
Não me cobre mais amor, não me cobre mais nada. Eu não aceito mais. Acabou o meu tempo, já fazem 4 anos. Já tirei tudo o que eu podia daqui.
Letícia, lembrete: acaba logo com a terapia. Deixa de ser a cagona que você é.
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