O que eu ganhei de você, quando passar, meu bem, meu querido,
não há de levar
nada disso, ah,
não há de levar.
Não há de lavar toda essa tolice, toda essa insensatez,
mas num sentido bom, meu bem,
ah, não há de lavar, não,
não há de lavar.
Eu digo que não deixo, não te deixo levar, e você não há de levar, mesmo,
quando você for embora, meu bem, meu querido,
não te deixo levar.
Trago comigo quando te ver, meu bem, meu querido,
esse sentimento meu, lavo e levo e trago e vou.
Não, isso não há de lavar, eu te digo, não há.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
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